Brazilian Journal of Pulmonology

ISSN (on-line): 1806-3756 | ISSN (printed): 1806-3713

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Current Issue: 1998 - Volume 24 - Number 1 (January/February)

ORIGINAL ARTICLE

Bronchiectasis: a study of 314 cases tuberculosis x non-tuberculosis

Bronquiectasias: estudo de 314 casos tuberculose x não-tuberculose

 

Miguel Bogossian; Ilka Lopes Santoro; Sérgio Jamnik; Hélio Ramaldini

 

Abstract

The authors studied 314 patients with bronchiectasis. An elevated percentage of sequelae of tuberculosis (42.7%) was found, and other causes of bronchiectasis represented 57.3%. Mean age was similar in both groups, around 50 years old, with predominance of females (65.0%). As to symptoms and signs, hemoptysis was sharply predominant in the tuberculosis group (37.3% x 22.8%; p < 0.05). Association between asthma and infections during childhood was similar in both groups, but sinusitis was more frequent in the non-tuberculosis group (45.0% x 23.9%; p < 0.05). The most frequent site for bronchiectasis secondary tuberculosis was the right upper lobe; in the other group, the most frequent sites were lower left lobe and lingula. The most frequent morphologic type in greater groups was cylindrical (more than 50% of patients). Lung function tests were abnormal, with reduction in both FEV 1 and FVC in the tuberculosis group. Forty-four percent of the patients in the first group and 37.2% in the second one were smokers. The authors make comments about the high number of patients with tuberculosis scars that have secondary bronchiectasis and the greater impairment of lung function in this group of patients.

 

Resumo

Em estudo de 314 portadores de bronquiectasia, os autores encontraram elevada percentagem de casos (42,7%) por seqüela de tuberculose e 57,3% por outras causas. A média de idade foi semelhante para os dois grupos, ao redor da quinta década, com amplo predomínio no sexo feminino (65,0%). Em relação aos sintomas e sinais, houve predomínio da percentagem de hemoptise no 1º grupo (37,3 x 22,8%). Associação de bronquiectasias com asma e infecções na infância foi semelhante, porém sinusite foi mais freqüente no grupo não-tuberculoso (45,0% x 23,9%). Nos casos de seqüela pós-tuberculose a doença foi mais freqüente no pulmão direito e lobo superior; no segundo grupo, no esquerdo, língula e lobo inferior. Em ambos os grupos o tipo morfológico dominante foi o cilíndrico (superior a 50%). As provas de função pulmonar mostraram maior diminuição (CVF e VEF1) no grupo pós-tuberculose. Tabagismo esteve presente em 44,8% no primeiro grupo e em 37,2% no segundo. Os autores comentam a elevada percentagem de casos de bronquiectasia como seqüela de tuberculose em nosso meio, o predomínio de hemoptise em relação ao grupo não-tuberculoso, a raridade da "bronquiectasia seca" e a maior queda dos parâmetros de função pulmonar nesse grupo de pacientes.

 

 

 

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